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	<title>Softilux Sistemas</title>
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	<description>Software ERP para locação</description>
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	<title>Softilux Sistemas</title>
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	<item>
		<title>e-Book: Reforma Tributária e os Impactos no Outsourcing</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Beatriz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 19:53:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[e-Book]]></category>
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					<description><![CDATA[A Reforma Tributária inicia em 2026 um período de transição que impactará diretamente as operações de empresas de outsourcing de impressão. Especialmente no que diz respeito às novas regras de emissão de notas fiscais, à estruturação da NFS-e Nacional e às adaptações necessárias nos cadastros, contratos e rotinas fiscais. Com o objetivo de orientar nossos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3></h3>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-10688" src="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Ativo-1-4-300x120.png" alt="" width="663" height="265" srcset="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Ativo-1-4-300x120.png 300w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Ativo-1-4-1024x411.png 1024w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Ativo-1-4.png 1819w" sizes="(max-width: 663px) 100vw, 663px" /></p>
<h3><span style="color: #ff6600;">A Reforma Tributária inicia em 2026 um período de transição que impactará diretamente as operações de empresas de outsourcing de impressão.</span></h3>
<p>Especialmente no que diz respeito às novas regras de emissão de notas fiscais, à estruturação da NFS-e Nacional e às adaptações necessárias nos cadastros, contratos e rotinas fiscais.</p>
<p>Com o objetivo de orientar nossos clientes e parceiros neste momento de mudanças, preparamos um eBook exclusivo, claro e direto ao ponto, explicando:</p>
<ul>
<li>O que muda em 2026 e o que passa a valer apenas em 2027;</li>
<li>Como funcionará a nova NFS-e Nacional e seus impactos na locação de impressoras;</li>
<li>Os riscos de cadastros inconsistentes e emissões incorretas;</li>
<li>O que esperar na virada de 2025 para 2026 — incluindo possíveis instabilidades;</li>
<li>Como a Softilux está se preparando para apoiar sua empresa em cada etapa dessa transição.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Baixe o eBook aqui: <a href="http://www.softilux.com.br/docs/Ebook_Ref_Trib_Impactos_outsourcing_de_impressao.pdf"><em><span style="color: #ff6600;">http://www.softilux.com.br/docs/Ebook_Ref_Trib_Impactos_outsourcing_de_impressao.pdf</span></em></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Se após a leitura surgirem dúvidas ou você desejar entender como aplicar essas mudanças no seu fluxo de trabalho dentro do ILUX, nossa equipe está pronta para ajudar.</strong></p>
<p>Conte com a Softilux para atravessar esse momento com segurança e clareza.</p>
<p>Sucesso a todos.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>e-Book: Gestão de empresas</title>
		<link>https://softilux.com.br/e-book-gestao-de-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Beatriz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2025 14:37:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[e-Book]]></category>
		<category><![CDATA[Processos]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[cultura organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência]]></category>
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					<description><![CDATA[Alinhando Processos, Pessoas e Tecnologia para crescer com eficiência. Apresentação Olá, tivemos o prazer de nos encontrar no evento GoNext — uma grande oportunidade para trocar informações, aprender e expandir nosso networking.  Tive a honra de contribuir com os demais participantes dos painéis, compartilhando conhecimento, experiência e exemplos práticos do dia a dia empresarial. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Alinhando Processos, Pessoas e Tecnologia para crescer com eficiência.</h3>
<h3><span style="color: #ff724f;"><strong>Apresentação</strong></span></h3>
<p>Olá, tivemos o prazer de nos encontrar no evento GoNext — uma grande oportunidade para trocar informações, aprender e expandir nosso networking.  Tive a honra de contribuir com os demais participantes dos painéis, compartilhando conhecimento, experiência e exemplos práticos do dia a dia empresarial.</p>
<p>A partir dessas conversas, senti a necessidade de estruturar esse eBook, trazendo uma reflexão prática e direta sobre três pilares essenciais para a evolução das empresas: <strong>processos, pessoas e tecnologia</strong>.</p>
<blockquote><p><em>“O segredo do sucesso está em aprender a delegar. Você deve se cercar de pessoas que são melhores do que você.”</em><br />
— <strong>Richard Branson, fundador do Virgin Group</strong></p></blockquote>
<p>Boa leitura! E lembre-se: <strong>conte comigo e com a Softilux nessa jornada.</strong></p>
<p><strong>Luciano Peçanha</strong></p>
<p>CEO Softilux Sistemas</p>
<p>Empreendedor de Tecnologia | Especialista em qualidade e Engenharia de Software</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #ff724f;"><strong>Introdução</strong></span></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gerir uma empresa no cenário atual exige mais do que apenas força de vontade — é preciso método, visão e consistência. Pequenas e médias empresas enfrentam desafios diários que, se não forem enfrentados com inteligência e estratégia, comprometem o crescimento sustentável. Este eBook foi criado exatamente com esse propósito: ajudar empreendedores, gestores e líderes a organizarem seus negócios com base em três pilares fundamentais — processos, pessoas e tecnologia. Ao dominar esses elementos, você coloca sua empre sa em um novo patamar de eficiência, controle e escalabilidade.</p>
<p>A gestão eficaz de uma empresa é como o funcionamento de uma orquestra: exige harmonia entre diferentes elementos para gerar resultados consistentes. Neste contexto, três pilares são fundamentais para o sucesso de qualquer organização, especialmente das pequenas e médias empresas: <strong>processos</strong>, <strong>pessoas</strong> e <strong>tecnologia</strong>.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-10321" src="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Imagens-Blog-02-300x226.png" alt="" width="418" height="315" srcset="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Imagens-Blog-02-300x226.png 300w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Imagens-Blog-02.png 592w" sizes="(max-width: 418px) 100vw, 418px" /></p>
<p>Estes pilares, quando bem estruturados e integrados, formam a base para um crescimento sustentável, inovador e competitivo. Porém, muitas empresas negligenciam um ou mais desses elementos, comprometendo sua capacidade de se adaptar, crescer e manter a lucratividade em mercados cada vez mais exigentes.</p>
<ol>
<li>
<h3><span style="color: #ff724f;"><strong>Processos: O Coração da Eficiência Operacional</strong></span></h3>
</li>
</ol>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>Processos bem definidos</strong> são a espinha dorsal de qualquer empresa. Eles garantem que atividades se repitam com qualidade, agilidade e previsibilidade.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Segundo <strong>Michael Hammer,</strong> um dos pais da reengenharia de processos:</p>
<blockquote>
<p style="padding-left: 40px;"><em>“As empresas não devem automatizar processos ineficientes, mas sim repensá-los radicalmente.”</em></p>
</blockquote>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>Por que processos importam:</strong></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li><strong>Redução de retrabalho</strong> e desperdícios.</li>
<li><strong>Padronização das entregas</strong>, aumentando a confiabilidade.</li>
<li><strong>Aumento da escalabilidade</strong>, pois processos claros podem ser replicados e treinados com facilidade.</li>
<li><strong>Cumprimento de requisitos legais e regulatórios</strong>, como as obrigações fiscais.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>Problemas comuns em PMEs:</strong></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Falta de mapeamento de processos.</li>
<li>Dependência de colaboradores-chave (processos &#8220;na cabeça&#8221; das pessoas).</li>
<li>Uso excessivo de planilhas e controles manuais.</li>
<li>Dificuldade em identificar gargalos ou oportunidades de melhoria.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>Caminhos práticos para as PMEs:</strong></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Utilizar ferramentas simples como fluxogramas e checklists.</li>
<li>Implantar indicadores-chave de desempenho (KPIs) por processo.</li>
<li>Promover rotinas de revisão e melhoria contínua.</li>
<li>Contar com sistemas de ERP, aderentes aos seu negócio, que automatizem tarefas rotineiras.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>Exemplo real:</strong></p>
<p style="padding-left: 40px;">Uma pequena distribuidora de suprimentos que implementou um fluxo automatizado para pedidos e faturamento, com RPA e reduziu em 60% o tempo de entrega e aumentou a satisfação do cliente em 40%. Isso só foi possível após mapear suas etapas de venda e identificar falhas entre a equipe comercial e o faturamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li>
<h3><span style="color: #ff724f;"><strong> Pessoas: O Centro da Inovação e da Cultura Organizacional</strong></span></h3>
</li>
</ol>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>Peter Drucker</strong> já dizia:</p>
<blockquote>
<p style="padding-left: 40px;"><em>“A cultura devora a estratégia no café da manhã.”</em></p>
</blockquote>
<p style="padding-left: 40px;">E a cultura é moldada pelas <strong>pessoas</strong>. Não há tecnologia ou processo que funcione sem o engajamento e desenvolvimento das equipes.</p>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>Por que investir em pessoas:</strong></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li><strong>Colaboradores bem treinados</strong> executam melhor e inovam mais.</li>
<li><strong>Lideranças preparadas</strong> motivam e desenvolvem equipes com alto desempenho.</li>
<li><strong>Redução do turnover</strong> e do custo de contratação e adaptação.</li>
<li><strong>Melhoria do clima organizacional</strong>, impactando diretamente os resultados.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>Problemas comuns:</strong></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Falta de liderança com foco em gestão (muitos líderes são promovidos por competência técnica, mas sem preparo).</li>
<li>Falta de avaliação de desempenho.</li>
<li>Ausência de plano de cargos e salários ou trilhas de carreira.</li>
<li>Resistência à mudança e conflitos internos.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>Como aplicar na prática:</strong></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Realizar reuniões regulares de feedback e alinhamento.</li>
<li>Criar metas claras e indicadores por colaborador ou equipe.</li>
<li>Investir em treinamentos técnicos e comportamentais (soft skills).</li>
<li>Promover a cultura de responsabilidade e aprendizado contínuo.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>Exemplo real:</strong></p>
<p style="padding-left: 40px;">Uma empresa de software com apenas 10 colaboradores criou um programa interno de mentoria e liderança. Com isso, reduziu o turnover em 70% e conseguiu formar líderes sem precisar contratar de fora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><span style="color: #ff724f;"><strong> Tecnologia: O Acelerador da Produtividade e da Competitividade</strong></span></li>
</ol>
<p style="padding-left: 40px;">A tecnologia deixou de ser um diferencial e passou a ser um <strong>requisito básico</strong> para a sobrevivência. No entanto, adotar ferramentas sem estratégia pode trazer mais problemas do que soluções.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Segundo Chiavenato,</p>
<blockquote>
<p style="padding-left: 40px;"><em>&#8220;A tecnologia é apenas um meio; o fim é tornar as organizações mais eficientes e eficazes&#8221;.</em></p>
</blockquote>
<p style="padding-left: 40px;">O segredo está em <strong>usar a tecnologia para apoiar os processos e potencializar as pessoas.</strong></p>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>Benefícios da tecnologia bem aplicada:</strong></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li><strong>Automação de tarefas repetitivas</strong>, liberando tempo para atividades estratégicas.</li>
<li><strong>Melhor controle de dados</strong>, possibilitando decisões mais inteligentes.</li>
<li><strong>Integração entre setores</strong>, evitando falhas de comunicação.</li>
<li><strong>Atendimento ao cliente mais ágil e personalizado.</strong></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>Erros comuns nas PMEs:</strong></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Escolha de softwares sem aderência ao negócio.</li>
<li>Falta de integração entre sistemas (ex.: vendas e financeiro).</li>
<li>Dificuldade de adoção por parte da equipe.</li>
<li>Subutilização dos recursos contratados.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>Boas práticas para pequenas e médias empresas:</strong></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Escolher ferramentas específicas para seu porte e segmento.</li>
<li>Priorizar sistemas que integrem processos (como ERPs, CRMs e plataformas de atendimento).</li>
<li>Treinar bem os colaboradores na tecnologia adotada.</li>
<li>Avaliar o retorno sobre investimento (ROI) das soluções implantadas.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>Exemplo real:</strong></p>
<p style="padding-left: 40px;">Uma empresa familiar do setor de varejo que trocou planilhas por um sistema de gestão integrado (ERP) conseguiu reduzir em 80% os erros de estoque e aumentou em 25% a margem de lucro em 12 meses.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-10325 size-full" src="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Imagens-Blog-03-1.png" alt="" width="866" height="527" srcset="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Imagens-Blog-03-1.png 866w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Imagens-Blog-03-1-300x183.png 300w" sizes="(max-width: 866px) 100vw, 866px" />  <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-10326 size-full" src="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Imagens-Blog-04-1.png" alt="" width="866" height="527" srcset="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Imagens-Blog-04-1.png 866w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Imagens-Blog-04-1-300x183.png 300w" sizes="(max-width: 866px) 100vw, 866px" /></p>
<p>A falta de recursos ou habilidades pode comprometer a qualidade de um serviço:</p>
<blockquote><p>Falta de recursos + Falta de habilidades = <span style="color: #ff0000;">Serviço pobre</span></p>
<p>Falta de recursos + <strong><span style="color: #008000;">Boas habilidades</span></strong> = <span style="color: #ff0000;">Serviço pobre</span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Recursos suficientes</span></strong> + Falta de habilidades = <span style="color: #ff0000;">Serviço pobre</span></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>O ideal é que a organização tenha recursos adequados e boas habilidades para gerar valor aos serviços:</p>
<blockquote><p><strong><span style="color: #008000;">Recursos suficientes </span></strong>+<span style="color: #008000;"><strong> Boas Habilidades</strong></span> = <strong><span style="color: #008000;">Serviço adequado</span></strong></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #ff724f;"><strong>Conclusão: O Tripé Estratégico para Crescimento Sustentável</strong></span></h3>
<p>A integração entre <strong>processos bem desenhados</strong>, <strong>pessoas preparadas</strong> e <strong>tecnologia alinhada</strong> é o que permite que as empresas enfrentem crises, aproveitem oportunidades e cresçam de forma sustentável.</p>
<p><strong>Para as PMEs</strong>, o segredo está em <strong>começar pequeno, mas pensar grande</strong>. A maturidade em gestão é construída passo a passo, com decisões conscientes e foco em resultados.</p>
<p>Como reforça Jim Collins em seu livro <em>Empresas Feitas para Vencer</em>:</p>
<blockquote><p><em>“O bom é inimigo do ótimo. E é por isso que temos tão poucas coisas que se tornam ótimas.”</em></p></blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-10320 " src="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Imagens-Blog_Prancheta-1.png" alt="" width="1005" height="545" srcset="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Imagens-Blog_Prancheta-1.png 1420w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Imagens-Blog_Prancheta-1-300x163.png 300w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Imagens-Blog_Prancheta-1-1024x555.png 1024w" sizes="(max-width: 1005px) 100vw, 1005px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #ff724f;"><strong>Sugestão de próximos passos para o leitor:</strong></span></h3>
<ul>
<li>Faça um diagnóstico interno usando o tripé: processo, pessoas e tecnologia.</li>
<li>Liste os principais gargalos e oportunidades.</li>
<li>Crie um plano de ação com prioridades e prazos.</li>
<li>Busque parceiros com experiência em ajudar PMEs a crescerem com estrutura.</li>
<li>Conte com a Softilux</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Se você gostou, compartilhe com seus pares e colaboradores.</strong></p>
<p>Sucesso a todos.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Como manter seus boletos seguros</title>
		<link>https://softilux.com.br/como-manter-seus-boletos-seguros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano@softilux.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 17:35:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Processos]]></category>
		<category><![CDATA[boleto seguro]]></category>
		<category><![CDATA[erp]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema de gestão]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; Com a presença e sofisticação crescentes de ameaças online, como vírus, ransomware e golpes de phishing, é importante ter ações preventivas e mitigar os problemas relacionados a fraudes de boletos. 1. Evitar vírus e golpes de phishing Malwares e vírus atacam seu computador ao visitar sites mal-intencionados ou baixar arquivos infectados. 35% de todos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Com a presença e sofisticação crescentes de ameaças online, como vírus, ransomware e golpes de phishing, é importante ter ações preventivas e mitigar os problemas relacionados a fraudes de boletos.</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><b>1. Evitar vírus e golpes de phishing</b></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-9979 alignleft" src="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2024/05/1.png" alt="" width="39" height="42" /> Malwares e vírus atacam seu computador ao visitar sites mal-intencionados ou baixar arquivos infectados. <strong>35%</strong> de todos os computadores globais são infectados por malware.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-9980 alignleft" src="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2024/05/2.png" alt="" width="46" height="37" />Os hackers usam scams de phishing para tentar roubar sua identidade ou o seu dinheiro enviando e-mails de aparência oficial para obter informações pessoais confidenciais. <strong>23%</strong> das pessoas abrem  e-mails de phishing*.</p>
<p><em><span style="font-size: 9px;">* Phishing: termo em inglês que significa “pescar”. Consiste em espalhar várias mensagens em massa para uma grande lista de contatos, esperando que alguém “morda a isca, visando obter dados pessoais</span></em></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><b>2. </b><b>Como são feitos os golpes</b></span></p>
<ol>
<li>O golpe mais comum é você receber um e-mail com um boleto anexo, de alguma empresa como operadoras de telefonia, cartão de crédito, registro de domínios, planos de saúde, multas de trânsito, que em geral estes são mais fáceis de serem percebidos. Fique atento ao remetente, a data de vencimento, valores, erros de ortografia, logos entre outros aspectos. Normalmente as notificações relacionadas a multas, processos judiciais são feitos via correios nunca por e-mail.</li>
<li>Outra forma comum de golpe é através de vírus (malwares), instalado no computador do usuário que altera as configurações do arquivo quando aberto.</li>
<li>Contudo, estes golpes evoluíram ficaram mais sofisticados. O foco maior são empresas, onde os cibercrimonosos interceptam a conta de e-mail do destinatário. Esta interceptação permite o acesso ao e-mail, os golpistas alteram a mensagem e os arquivos PDF´s, mudando códigos de barras e até mesmo o QRCODE de PIX. Os cibercriminosos utilizam-se de falhas nos provedores de e-mail, vazamento de contas, senhas fracas e criam um banco de dados de contas de e-mail que são monitoradas.</li>
</ol>
<p><b>Obtenção de acesso ao e-mail: </b>Os golpistas obtêm acesso não autorizado à conta de e-mail da vítima. Isso pode ser feito por meio de técnicas de phishing, malware ou engenharia social, onde os golpistas enganam a vítima para que revele suas credenciais de login.</p>
<p><b>Monitoramento das comunicações:</b> Após obter acesso ao e-mail da vítima, os golpistas monitoram as comunicações em busca de informações sobre transações financeiras, como pagamento de contas ou faturas. O título do assunto ajuda localizar as mensagens com boletos e de interesse dos golpistas.</p>
<p><b>Identificação de boletos: </b>Os golpistas identificam boletos de pagamento que foram enviados para a vítima por e-mail. Isso pode incluir boletos de serviços, compras online ou faturas de empresas.</p>
<p><b>Manipulação dos boletos: </b>Os golpistas interceptam os e-mails contendo os boletos de pagamento e os modificam. Eles alteram os detalhes de pagamento, como o valor do boleto, o beneficiário ou o número da conta bancária, redirecionando assim o pagamento para uma conta controlada pelos golpistas.</p>
<p><b>Reenvio do boleto fraudado</b>: Após a manipulação do boleto, os golpistas reenviam o e-mail para a vítima, muitas vezes utilizando técnicas de spoofing para fazer com que o e-mail pareça legítimo.</p>
<p><b>Pagamento fraudulento: </b>A vítima, ao receber o boleto fraudado, realiza o pagamento conforme as instruções fornecidas no boleto modificado, transferindo assim o valor para a conta dos golpistas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10245 size-full" src="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2024/10/im1.jpg" alt="" width="1392" height="829" srcset="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2024/10/im1.jpg 1392w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2024/10/im1-300x179.jpg 300w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2024/10/im1-1024x610.jpg 1024w" sizes="(max-width: 1392px) 100vw, 1392px" /></p>
<p>Nós preparamos um e-book com mais informações sobre este tema, baixe o nosso e-book e proteja-se.</p>
<p><a href="https://softilux.com.br/docs/boletos.pdf">https://softilux.com.br/docs/boletos.pdf</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Rentabilidade de contratos de locação e outsourcing de impressão</title>
		<link>https://softilux.com.br/rentabilidade-de-contratos-de-locacao-e-outsourcing-de-impressao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano@softilux.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2023 14:57:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ERP ILUX]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Locação]]></category>
		<category><![CDATA[Processos]]></category>
		<category><![CDATA[OUTSOURCING DE IMPRESSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[rentabilidade de contratos de locação]]></category>
		<category><![CDATA[SOFTILUX]]></category>
		<category><![CDATA[SOFTWARE ERP LOCAÇÃO DE IMPRESSORAS]]></category>
		<category><![CDATA[SOFTWARE GESTÃO OUTSOURCING DE IMPRESSÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[Este post tem por finalidade auxiliar as empresas de outsourcing de impressão a melhorar suas análises, especialmente tratando-se da rentabilidade de contratos. Vamos usar como base a forma, os critérios e os cálculos utilizados no ERP ILUX, que tem módulos específicos para o segmento. Muitos gestores acabam não olhando para os seus contratos, administram by [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este post tem por finalidade auxiliar as empresas de outsourcing de impressão a melhorar suas análises, especialmente tratando-se da rentabilidade de contratos.<br />
Vamos usar como base a forma, os critérios e os cálculos utilizados no ERP ILUX, que tem módulos específicos para o segmento.</p>
<p>Muitos gestores acabam não olhando para os seus contratos, administram <em>by felling</em> e isto é um risco enorme para a empresa. Locação, receita recorrente, é um excelente negócio, porém precisa de gestão, caso contrário os custos consomem toda a receita.</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><b>Rentabilidade: </b></span><b>É a capacidade de um empreendimento em gerar retorno a partir do que foi investido.</b></p>
<p><b>O que considerar na análise de rentabilidade de seus contratos:</b></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-9959 size-large" src="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2023/11/post3-1024x607.png" alt="" width="780" height="462" srcset="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2023/11/post3-1024x607.png 1024w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2023/11/post3-300x178.png 300w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2023/11/post3.png 1122w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><strong>Faturamento</strong></span> &#8211; É o somatório das receitas de contratos de locações, serviços, cobranças de avarias e mal uso de equipamentos, excedente de páginas, suprimentos consumidos além do previsto em contrato.</p>
<p><strong><span style="color: #993300;">Suprimentos &#8211;</span></strong> É todo item usado como insumo previsto em contrato: toners, cartuchos de tinta, papel, grampo, cola, etiquetas, pulseiras, adesivo entre outros.</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Peças &#8211;</strong></span> é todo tipo de item utilizado no reparo dos equipamentos: roletes, cilindros, placas, cabeça de impressão, parafusos, cabos, correias, anéis, etc.</p>
<p><strong><span style="color: #993300;">Despesas de atendimento &#8211;</span></strong> É toda despesas relacionada ao atendimento: tempo de deslocamento do técnico, hora técnica (tempo de atendimento), custos de deslocamento, despesas de estacionamento, pedágio, alimentação e demais despesas relacionadas.</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Serviços de terceiros/outras despesas &#8211;</strong></span> É todo serviço “indireto”, mas relacionado ao contrato, deve ser vinculado ou mesmo rateado entre contratos e pode aparecer como outras despesas, vindos por exemplo do cadastramento de uma despesa do financeiro, fretes e outros.</p>
<p><strong><span style="color: #993300;">Depreciação/aquisição de equipamentos &#8211; </span></strong>Estabeleça um critério seja pelo período do contrato, pela estimativa de vida útil, ou pelo critério contábil (5 anos) e vincule o custo do equipamento ao contrato.</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Comissões &#8211;</strong></span> Comissão paga a vendedores  por contrato.</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Impostos &#8211;</strong></span> Deve ser informado um percentual médio, de acordo com o regime tributário da empresa. O pagamento de impostos pode ter uma variação mês a mês. Converse com o seu contador e defina este percentual.</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Custo da operação &#8211;</strong></span> Pode ser entendido como custo fixo,  ou seja: qual o percentual de custos fixos da sua operação em relação ao faturamento? Neste caso é preciso conhecer os custos da empresa (variáveis e fixos) e definir um percentual. Relatórios como a DRE, pode entregar esta informação.</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Custo de oportunidade &#8211;</strong></span> Qual o retorno esperado pelo negócio locação? 5%, 10%, 2%. Esta é uma decisão do investidor que irá comparar com outros tipos de investimento.</p>
<p><span style="color: #ff6600; font-size: 21px;"><strong>? &#8211;</strong></span> descobriu mais algum custo? mande para nós <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p><b><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-9962 alignleft" src="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem1.png" alt="" width="261" height="260" srcset="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem1.png 241w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem1-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 261px) 100vw, 261px" /></b></p>
<p><b>Relacionar os custos não é tarefa fácil, mas não tem jeito, se você quer gerir com informações precisa se organizar e ter uma gestão eficaz dos custos para fornecer uma visão real do desempenho da sua empresa. Seguem algumas dicas:</b></p>
<ul>
<li>Definir bem seus critérios o que considerar nos seus custos;</li>
<li>Organizar seus cadastros: produtos separando por tipo (peças, suprimentos, acessórios), contratos, equipamentos;</li>
<li>Ao fazer o envio de um item (suprimentos/peças) vincule ao equipamento ou ao contrato;</li>
<li>Definir o custo da hora do técnico (salário, férias,13º. , benefícios);</li>
<li>Criar uma padronização para capturar de forma correta informações do atendimento: data, tempo de deslocamento, tempo de atendimento, despesas de atendimento (pedágio, estacionamento, viagens), descrição dos serviços e peças utilizadas. Por exemplo, usamos um APP para área técnica que captura todas estas informações.</li>
<li>Tudo deve ser vinculado e registrado aos equipamentos e/ou contratos.</li>
<li> Garantir que os custos dos produtos (suprimentos e peças) estejam corretos e atualizados.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><strong>Modelo de DRE contratos de locação e outsourcing de impressão</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-9963 size-large" src="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2023/11/post4-1024x584.png" alt="" width="780" height="445" srcset="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2023/11/post4-1024x584.png 1024w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2023/11/post4-300x171.png 300w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2023/11/post4.png 1425w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gostou deste post? comente, compatilhe se tiver dúvidas entre em contato.</p>
<p>Acompanhe o nosso instagram sempre trazemos bons conteúdos e informações sobre dicas de gestão, ERP ILUX, soluções para o mercado de outsourcing de impressão.</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/softilux_/"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9966" src="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Instagram-Icon-300x300.png" alt="" width="19" height="19" srcset="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Instagram-Icon-300x300.png 300w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Instagram-Icon-150x150.png 150w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Instagram-Icon.png 1024w" sizes="(max-width: 19px) 100vw, 19px" /></a> <a href="https://www.instagram.com/softilux_/" target="_blank" rel="noopener">https://www.instagram.com/softilux_/</a></p>
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		<title>Novas atualizações fiscais estão chegando em 2023</title>
		<link>https://softilux.com.br/novas-atualizacoes-fiscais-estao-chegando-em-2023/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano@softilux.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Mar 2023 20:55:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação Fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[NFe]]></category>
		<category><![CDATA[DIFAL ERP ILUX OUTSOURCING CIMS]]></category>
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					<description><![CDATA[Com um novo governo, decisões do STF e novas regras fiscais este início de ano está movimentado. Este tema precisa estar no radar das empresas, primeiro por ser uma obrigação legal, segundo envolve diretamento custos e rentabildiade dos negócios. Alteração alíquotas de ICMS a partir de março/2023 Vários Estados, principalmente das regiões norte e nordeste [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com um novo governo, decisões do STF e novas regras fiscais este início de ano está movimentado. Este tema precisa estar no radar das empresas, primeiro por ser uma obrigação legal, segundo envolve diretamento custos e rentabildiade dos negócios.</p>
<h2><span style="color: #0000ff;">Alteração alíquotas de ICMS a partir de março/2023</span></h2>
<p>Vários Estados, principalmente das regiões norte e nordeste irão aumentar suas aliquotas internas de ICMS. Isto terá impacto direto no custo de produtos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter  wp-image-9786" src="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2023/03/icms-1-300x115.jpg" alt="" width="467" height="179" srcset="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2023/03/icms-1-300x115.jpg 300w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2023/03/icms-1-1024x393.jpg 1024w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2023/03/icms-1.jpg 1564w" sizes="(max-width: 467px) 100vw, 467px" /></p>
<h2><span style="color: #0000ff;">DIFAL &#8211; pagamento do diferencial de alíquotas entre Estados</span></h2>
<p>O Difal ICMS é calculado considerando a diferença entre a alíquota interna do Estado de destino do produto/mercadoria e a alíquota interestadual do Estado que envia, sendo que a alíquota interestadual varia conforme a origem do produto (nacional 12% e importado 4%). Supondo, por exemplo, que um produto/mercadoria de R$ 1.000,00 saia de São Paulo com destino ao Paraná e que as alíquotas de ICMS sejam de R$ 12% e 18% respectivamente, o Estado destinatário receberá R$ 60,00.</p>
<p>Para tanto, o emitente deverá recolher a guia GNRE referente ao valor do DIFAL em favor do Estado destino.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">A partir de 06/04/2023 a SEFAZ passará a validar a regra nas emissões de NFe para consumidor final.</span></p>
<h3><span style="color: #0000ff;">Quem deve pagar o DIFAL (ICMS)</span></h3>
<p>Empresas do lucro real ou presumido, contribuintes de ICMS, ao realizar a venda de produtos/mercadorias para outros Estados, destinado a pessoa física ou não contribuintes, são responsáveis pelo recolhimento do DIFAL. A venda deve ser acompanhada da guia GNRE, ou o vendedor deve ter inscrição como substituto tributário no Estado destino, para recolhimento posterior.</p>
<p>Empresas do lucro real ou presumido, contribuintes de ICMS, ao realizar a venda de produtos/mercadorias para outros Estados, destinado a cliente contribuinte, ou seja, com inscrição estadual, a responsabilidade pelo recolhimento será do cliente.</p>
<p>Empresas do Simples Nacional estão desobrigadas ao recolhimento devido a uma liminar acatada pelo STF.</p>
<p>A discussão do tema está no STF para decidir se a cobrança é válida a partir de 2022 ou a partir de 2023. Os Estados estão empenhados que a decisão seja retroativa a 2022 e as entidades empresariais que seja a partir de 2023.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Insegurança no que pode vir <img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-9751 alignleft" src="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2023/03/download.jpg" alt="" width="176" height="176" srcset="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2023/03/download.jpg 176w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2023/03/download-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 176px) 100vw, 176px" /></strong></span></p>
<p>Se a decisão for favorável aos Estados as empresas terão que pagar o DIFAL, não recolhido, retroativo a 2022, gerando um enorme problema de caixa e insegurança jurídica. Portanto, é preciso acompanhar a decisão e ficar atento ao recolhimento do DIFAL em 2023 que, praticamente estará certo. Converse com o seu contador e advogado tributarista para não ter surpresas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conheça mais sobre o DIFAL acessando o portal nacional: Clique <a href="https://dfe-portal.svrs.rs.gov.br/Difal/">aqui</a></p>
<h2><span style="color: #0000ff;">PIS/COFINS &#8211; créditos e outras considerações</span></h2>
<p><strong>Débitos PIS/COFINS</strong> &#8211; As empresas do lucro real e presumido ao realizarem vendas são obrigadas a calcular PIS/COFINS de acordo com as alíquotas de cada regime. Em 2022, por decisão do STF, o valor do ICMS ficou  de fora da base de cálculo de PIS e COFINS para as operações de vendas.</p>
<p>Exemplo: Preço do produto R$ 100,00</p>
<p>Valor do ICMS: R$ 12,00</p>
<p>Base de cálculo PIS/COFINS = R$ 100,00 &#8211; 12,00 = R$ 88,00</p>
<p><strong>Crédito de PIS/COFINS</strong> &#8211; por medida provisória, publicada 12/01/2023, o governo decretou a exclusão do ICMS na base de cálculo do PIS/COFINS sobre a aquisição de mercadorias. As empresas do lucro real que se beneficiam do crédito, terão que excluir de seus cálculos o valor do ICMS. A obrigação inicia a partir de maio/2023. O decreto ainda precisa da aprovação da Câmara.</p>
<h2><span style="color: #0000ff;">Desoneração de ICMS no Estado de São Paulo</span></h2>
<p>No início deste ano o novo governo de SP está com ações visando a redução da carga tributária de varios setores, seja através da inserção de novos benefícios, renovação ou a revogação de medidas que aumentaram os impostos em governos anteriores.</p>
<p>Dentre os segmentos contemplados estão os setores de informática e datacenters.</p>
<ul>
<li>Informática – Regime Especial de tributação do ICMS para contribuintes da indústria de Informática.</li>
<li>Data Center – Suspensão, o diferimento e a isenção do ICMS nas aquisições de equipamentos</li>
</ul>
<p>É importante as empresas do Estado de SP ficarem atentas e conversar com o seu contador sobre estas mudanças.</p>
<h2><span style="color: #0000ff;">Código Benefício fiscal para o Estado de Góias</span></h2>
<p>Empresas do estado de Goiás que forem emitir Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) ou Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) com qualquer benefício fiscal de ICMS deverão preencher o campo “cBenef” com o respectivo código, previsto na “Tabela de Códigos de Benefícios Fiscais”.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">A obrigatoriedade é a partir de 01/07/2023.</span></p>
<p>Para mais detalhes clique <a href="https://www.economia.go.gov.br/component/content/article/239-documentos-fiscais/8308-c%C3%B3digos-de-benef%C3%ADcios-fiscais.html?Itemid=101">aqui</a>.</p>
<h2><span style="color: #0000ff;">Código GTIN &#8211; validação na emissão de notas fiscais eletrônicas<img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-9757 alignleft" src="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2023/03/NF-e-codigo-barras-validacao-1-300x226.png" alt="" width="300" height="226" srcset="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2023/03/NF-e-codigo-barras-validacao-1-300x226.png 300w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2023/03/NF-e-codigo-barras-validacao-1.png 427w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></span></h2>
<p>O processo de validação dos dados de produtos no CCG – Cadastro Centralizado de GTINs da SEFAZ e cruzamento de dados das Notas já está acontecendo para os donos das marcas de todos os setores que possuam produtos circulando no mercado com GTIN (Numeração Global de Item Comercial) e, a partir de 12 de setembro de 2022, as regras de validação dessas informações nas notas fiscais serão ativadas nos ambientes autorizadores de notas fiscais dos estados.<br />
Esta validação irá obedecer um cronograma conforme o setor.</p>
<p><strong>O que é o GTIN?</strong><br />
GTIN significa Global Trade Item Number, traduzido para Número Global do Item Comercial, antigo código EAN.<br />
Criado e administrado pela GS1, o código aparece abaixo do código de barras, que é a parte numérica.<br />
Ele é amplamente utilizado no varejo físico para identificação de produtos e no digital para estabelecer a singularidade do produto.<br />
Sua forma mais comum é de 13 dígitos, mas pode ser formado também por 8, 12 ou 14 dígitos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-9760 alignleft" src="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Softilux-Dicas-_Imagem.png" alt="" width="300" height="226" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><strong>A dica da Softilux</strong> <strong>é:</strong></span> atualize o seu cadastro produto com a informação do GTIN/EAN, para quando a regra de validação na NFe chegar até os produtos que sua empresa movimenta,  esteja tudo pronto e sua empresa não corre o risco de ter NF´s rejeitadas.</p>
<p>Até o momento a obrigatoriadade é para setores como: cigarros, bebidas, brinquedos, cosméticos contudo, a intenção da SEFAZ é ter todos os produtos com código  GTIN sendo validados, o cronograma para os demais setores ainda não foi divulgado.</p>
<p>Aproveite o momento de revisão e fique atento as outros campos como unidade de medida, código CST de origem da mercadoria e NCM.</p>
<p>Se vocês quiser saber mais sobre GTIN acesse o link, clique <a href="https://www.gs1br.org/codigos-e-padroes/o-que-voce-precisa/validacao-do-gtin-na-nota-fical">aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fique a vontade de nos contatar e tire suas dúvidas. Mande uma e-mail para softilux@softilux.com.br.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Simplificando a NFe &#8211; parte VI &#8211; NCM &#8211; SH</title>
		<link>https://softilux.com.br/simplificando-a-nfe-parte-vi-ncm-sh/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Oct 2022 22:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NFe]]></category>
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					<description><![CDATA[Nos posts anteriores foi destacado a importância do CST, CFOP e NCM. Saber o que é e como aplicar cada um deles, garante uma emissão de NF praticamente sem erros.  NCM / SH &#8211; Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Hamronizado de Designação e Codificação de Mercadorias-  antigamente conhecido como CF (classificação fiscal) ou NBM (Nomenclatura Brasileira de Mercadorias). O Sistema Harmonizado de Designação e de Codificação de Mercadorias, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="6500" class="elementor elementor-6500">
						<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-30ed57b6 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default" data-id="30ed57b6" data-element_type="section">
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				<div class="elementor-widget-container">
							<p>Nos posts anteriores foi destacado a importância do CST, CFOP e NCM. Saber o que é e como aplicar cada um deles, garante uma emissão de NF praticamente sem erros.</p><div> </div><div><b>NCM / SH &#8211; Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Hamronizado de Designação e Codificação de Mercadorias- </b> antigamente conhecido como CF (classificação fiscal) ou NBM (Nomenclatura Brasileira de Mercadorias).</div><div> </div><div>O Sistema Harmonizado de Designação e de Codificação de Mercadorias, ou simplesmente Sistema Harmonizado (SH), é um método internacional de classificação de mercadorias, baseado em uma estrutura de códigos e respectivas descrições criado em 1988. Este Sistema foi criado para promover o desenvolvimento do comércio internacional, aprimorar a coleta, a comparação e a análise estatísticas. Além disso, o SH facilita as negociações comerciais internacionais, a elaboração das tarifas de fretes e das estatísticas relativas aos diferentes meios de transporte de mercadorias e de outras informações utilizadas pelos diversos intervenientes no comércio internacional. (Fonte: Ministério Desenvolvimento).</div><p> Os códigos de classificação da NCM são formados por oito dígitos, sendo tal classificação baseada no Sistema Harmonizado de Designação e de Codificação de Mercadorias, ou simplesmente Sistema harmonizado (SH).</p><p><b>O Sistema Harmonizado (SH) abrange:</b></p><ul><li><strong>Nomenclatura </strong>– Compreende 21 seções, composta por 96 capítulos, além das Notas de Seção, de Capítulo e de Subposição. Os capítulos, por sua vez, são divididos em posições e subposições, atribuindo-se códigos numéricos a cada um dos desdobramentos citados. Enquanto o Capítulo 77 foi reservado para uma eventual utilização futura no SH, os Capítulos 98 e 99 foram reservados para usos especiais pelas partes contratantes. O Brasil, por exemplo, utiliza o Capítulo 99 para registrar operações especiais na exportação;</li></ul><p><b>Estrutura NCM</b></p><div>A composição dos códigos do SH, formado por oito dígitos, permite que sejam atendidas as especificidades dos produtos, tais como origem, matéria constitutiva e aplicação,, em um ordenamento numérico lógico, crescente e de acordo com o nível de sofisticação das mercadorias. A inclusão de dois dígitos, após os seis do código numérico do SH, tem como intuito obter melhor detalhamento das mercadorias e respectivas classificações e satisfazer aos interesses de todos os Estados membros do Mercosul(fonte www.receita.fazenda.gov.br).</div><div>A sistemática de classificação dos códigos na Nomenclatura Comum do MERCOSUL (NCM) obedece à seguinte estrutura:</div><div> </div><div>00  00    00   0  0</div><div> </div><div><img decoding="async" class="alignnone" title="Imagem" src="https://lh5.googleusercontent.com/proxy/iy7fPoazhVKucS3LNV7NVLaguKw7XQQy5bhIIOe1W8OMJx3J992vQsa1X_q7PtxWxPCm0DpKzcGZh3KqDH2PilaXSe-OPEOhnahl6jiUzcSg4Q=s0-d" alt="Define cada um dos 8 dígitos da NCM" /><span id="alttext-container"><span id="alttext">Define cada um dos 8 dígitos da NCM</span></span></div><div>Exemplo: Código NCM: 0104.10.11</div><div>Animais reprodutores de raça pura, da espécie ovina, prenhe ou com cria ao pé.</div><div>Este código é resultado dos seguintes desdobramentos:</div><table class="tbl" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"><tbody><tr><td>Seção</td><td>I</td><td> </td><td>ANIMAIS VIVOS E PRODUTOS DO REINO ANIMAL</td></tr><tr><td>Capítulo</td><td>01</td><td> </td><td>Animais vivos</td></tr><tr><td>Posição</td><td>0104</td><td> </td><td>Animais vivos das espécies ovina e caprina</td></tr><tr><td>Subposição</td><td>0104.10</td><td> </td><td>Ovinos</td></tr><tr><td>Item</td><td>0104.10.1</td><td> </td><td>Reprodutores de raça pura</td></tr><tr><td>Subitem</td><td>0104.10.11</td><td> </td><td>Prenhe ou com cria ao pé</td></tr></tbody></table><div class="separator"> </div><div> </div><div class="separator"><b>Tabela de NCM:</b></div><div align="right"> </div><div><div>A correta utilização do NCM  traz  vantagens  competitivas, como  redução  de impostos, IPI, ICMS e  até  mesmo  a  sua   isenção. Em contrapartida, a classificação de forma equivocada pode acarretar em penalidades e o pagamento indevido ou a maior de impostos, neste sentido faz-se necessário uma  correta classificação, bem   como   o   conhecimento   dos    benefícios    fiscais   das   mercadorias comercializadas,  importadas ou exportadas em relação ao mercado,  por exemplo:</div><div>Em alguns Estados da Federação há incentivo fiscal para produtos de informática, que permite a venda destes produtos com redução de alíquota de ICMS. Lei do Bem para empresas do lucro real.</div></div><div> </div><div><i>Você sabe se as mercadorias que sua empresa vende tem algum tipo de incentivo fiscal?</i></div><div> </div><div><b>NBS &#8211; Nomenclatura Brasileira de Serviços</b></div><div> </div><div>A NBS é o classificador nacional para a identificação dos serviços e intangíveis como Produtos viabiliza a adequada elaboração, fiscalização e avaliação de políticas públicas de forma integrada. Visando a competitividade do setor, propicia a harmonização de ações voltadas ao fomento empreendedor, à tributação, às compras públicas, ao comércio exterior, entre outras.</div><div>Ainda pouco conhecido em alguns setores, sua aplicação está mais forte na administração pública. Recentemente como advento da necessidade dos impostos na NFe, a NBS começou a ter uma divulgação maior, pela necessidade da inclusão dos impostos de serviços nas notas fiscais emitidas.</div><div>Para conhecer um pouco mais sobre o assunto é possível acessar o site do MDIC, clicando <a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/aduana-e-comercio-exterior/classificacao-fiscal-de-mercadorias/ncm">aqui</a>.</div><div> </div><div>Tabela NBS &#8211; clique <a href="https://www.gov.br/produtividade-e-comercio-exterior/pt-br/assuntos/comercio-e-servicos/nbs-nomenclatura-brasileira-de-servicos-intangiveis-e-outras-operacoes-que-produzam-variacoes-no-patrimonio" target="_blank" rel="noopener">aqui</a></div><div>Fique atento a estas questões e modificações na legislação, evite o risco e a perda de dinheiro por falta de informação, contate sua contabilidade para apoio nas decisões fiscais de sua empresa.<br />Até o próximo post e a todos uma ótima e produtiva semana.<br />E não se esqueça, estamos na era do compartilhamento.</div><div><b>Fontes de pesquisa:</b></div><div align="right">Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC)</div><div align="right">Receita Federal</div><div align="right"> </div>						</div>
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		<title>Simplificando a NFe &#8211; parte V &#8211; CFOP</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2022 20:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NFe]]></category>
		<category><![CDATA[CFOP]]></category>
		<category><![CDATA[CST]]></category>
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					<description><![CDATA[Olá pessoal ,Em sequência ao plano proposto o tema é Classificação Fiscal de Operação (CFOP).O CST já foi abortado no blog anterior, agora para complementar o assunto será tratado CFOP e na sequência o NCM. Quem conhece um pouco sobre emissão de documentos fiscais e apuração de impostos sabe que o pulo do gato está em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="6494" class="elementor elementor-6494">
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							<div>Olá pessoal ,</div><div>Em sequência ao plano proposto o tema é Classificação Fiscal de Operação (CFOP).<br />O CST já foi abortado no blog anterior, agora para complementar o assunto será tratado CFOP e na sequência o NCM.</div><div> </div><div>Quem conhece um pouco sobre emissão de documentos fiscais e apuração de impostos sabe que o pulo do gato está em saber para que serve cada uma destas siglas, como e quando usar estas para classificar uma NFe.</div><div> </div><div>A combinação <span style="color: #ff0000;"><strong>CFOP, CST e NCM</strong></span> é determinante para apuração fiscal dos impostos e a correta emissão de uma NFe. Se você entender como fazer uma classificação fiscal usando estes itens, acredito que 90% dos erros de emissão/entrada de nota fiscal ou apuração de impostos estarão resolvidos.</div><div> </div><div><b>CFOP</b> &#8211;  é usado para classificar um tipo de operação, definir a finalidade da NFe, por exemplo: venda, remessa, devolução, compra, entre outros.</div><div> </div><p>Cada operação recebe um código, definido na legislação, válido em todos os estados, que irá identificar onde ocorre a transação (dentro ou fora do Estado), o propósito da NFe  e a incidência ou não do tributo. Os CFOP´s são formados por quatro dígitos, o primeiro dígito indica onde ocorre a operação (dentro ou fora do estado) e se operação é de entrada ou saída. Os outros dígitos indicam o tipo de operação por exemplo:</p><ul><li><span style="color: #000000;">Operações de entrada que ocorrem dentro do estado começam com 1 (um).</span></li><li><span style="color: #000000;"> Operações de entrada que ocorrem fora do estado começam com 2 (dois).</span></li><li><span style="color: #000000;">Operações de saída que ocorrem dentro do estado começam com 5 (cinco).</span></li><li><span style="color: #000000;">Operações de saída que ocorrem fora do estado começam com 6 (seis).</span></li></ul><p><span style="color: #000000;">Para dentro do estado fornecedor e comprador devem estar na mesma UF, para fora do estado um dos participantes  deve estar fora do estado.</span><br /><span style="color: #000000;">Há também as operações para o exterior.</span></p><table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"><colgroup> <col width="66" /> <col width="94" /> <col width="130" /> <col width="76" /></colgroup><tbody><tr><td class="xl66" width="66" height="20"><strong><span style="color: #0000ff;">CFOP</span></strong></td><td class="xl66" width="94"><strong><span style="color: #0000ff;">NO ESTADO</span></strong></td><td class="xl66" width="130"><strong><span style="color: #0000ff;">FORA DO ESTADO</span></strong></td><td class="xl66" width="76"><strong><span style="color: #0000ff;">EXTERIOR</span></strong></td></tr><tr><td class="xl65" height="20">SAÍDAS</td><td class="xl67" style="text-align: center;"><strong>5</strong></td><td class="xl67" style="text-align: center;"><strong>6</strong></td><td class="xl67" style="text-align: center;"><strong>7</strong></td></tr><tr><td class="xl65" style="text-align: left;" height="20">ENTRADAS</td><td class="xl67" style="text-align: center;"><strong>1</strong></td><td class="xl67" style="text-align: center;"><strong>2</strong></td><td class="xl67" style="text-align: center;"><strong>3</strong></td></tr></tbody></table><p>Primeiro passo foi dado,  você já sabe como identificar o destino e o tipo de emissão de uma NFe.</p><p>A NFe pode ter inúmeras finalidades, como venda, devolução, compra, remessas que tem uma infinidade de possibilidades como remessa para conserto, remessa para demonstração, remessa para uso e consumo, entre outras.<br />Para identificar o CFOP correto, você precisa saber o destino, a finalidade da NFe e consultar em uma tabela de CFOP qual se adequa a sua necessidade. A escolha errada pode acarretar em erros, e erros podem gerar sanções, mesmo que por desconhecimento.</p><p>Aqui vai um link para baixar a tabela de CFOP <a href="http://www.sped.fazenda.gov.br/spedtabelas/AppConsulta/publico/aspx/ConsultaTabelasExternas.aspx?CodSistema=SpedFiscal">http://www.sped.fazenda.gov.br/spedtabelas/AppConsulta/publico/aspx/ConsultaTabelasExternas.aspx?CodSistema=SpedFiscal</a></p><p>A finalidade é identificada pelos outros 03 dígitos do CFOP e normalmente tem uma correlação do CFOP de saída com o CFOP de entrada, por exemplo:</p><div> </div><table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"><colgroup> <col span="2" width="66" /> <col width="87" /> <col width="307" /></colgroup><tbody><tr><td class="xl68" width="66" height="37"><span style="color: #0000ff;"><strong>CFOP</strong></span></td><td class="xl69" width="66"><span style="color: #0000ff;"><strong>NO ESTADO</strong></span></td><td class="xl69" width="87"><span style="color: #0000ff;"><strong>FORA DO ESTADO</strong></span></td><td class="xl68" width="307"><span style="color: #0000ff;"><strong>DESCRIÇÃO</strong></span></td></tr><tr><td class="xl65" height="20">SAÍDA</td><td class="xl66">5.102</td><td class="xl66">6.102</td><td class="xl67">Venda mercadoria p/ comercialização</td></tr><tr><td class="xl65" height="20">ENTRADA</td><td class="xl66">1.102</td><td class="xl66">2.102</td><td class="xl67">Compra mercadoria p/ comercialização</td></tr><tr><td class="xl65" height="20">SAÍDA</td><td class="xl66">5.915</td><td class="xl66">6.915</td><td class="xl67">Remessa de mercadoria p/ conserto</td></tr><tr><td class="xl65" height="20">ENTRADA</td><td class="xl66">1.916</td><td class="xl66">2.916</td><td class="xl67">Retorno mercadoria remetido p/ conserto</td></tr><tr><td class="xl65" height="20">SAÍDA</td><td class="xl66">5.912</td><td class="xl66">6.912</td><td class="xl67">Remessa  mercadoria ou bem p/ demonstração</td></tr><tr><td class="xl65" height="20">ENTRADA</td><td class="xl66">1.913</td><td class="xl66">2.913</td><td class="xl67">Retorno mercadoria remetido p/ demonstração</td></tr></tbody></table><div> </div><p><b>Dicas importantes:</b></p><ol><li>Mercadoria é diferente de produto, mercadoria você compra e vende, produto você fabrica e vende, e fabricação pode ter a incidência de IPI, cuidado ao selecionar o CFOP entre mercadoria/ produto;</li><li>Quem emite nota pode gerar tanto nota de entrada como de saída, se você fizer uma nota de entrada, o CFOP será de entrada e não saída, por exemplo: você envia uma mercadoria para um cliente como demonstração dentro do estado o CFOP na NFe será 5.912. Para retirar a mercadoria, você tem que emitir uma outra nota, contra o cliente, só que agora de entrada, portanto o CFOP será 1.913.</li><li>Para empresas que se creditam de impostos como ICMS, PIS/COFINS o CFOP é que determina o direito a crédito do imposto ou não, aliado ao CST do imposto.</li><li>Empresas do lucro real devem ter um cuidado redobrado na entrada da mercadorias devido aos créditos de impostos como PIS/COFINS, portanto os responsáveis pela entrada destas notas devem ter um conhecimento prévio para fazer o lançamento corretamente.</li><li>O maior volume de erros em arquivos fiscais como SPED Fiscal, SPED PIS/COFINS e SINTEGRA, são oriundos das notas fiscais de entrada, que são inseridas sem critérios.</li><li>A SEFAZ ja faz algumas validações validações de CFOP e rejeita notas fiscais, como por exemplo: validação do primeiro dígito do CFOP com o destino da mercadoria, por exemplo: se você enviar uma NFe começando com 5 no CFOP e o seu cliente estiver em outro estado, a NFe será rejeitada.</li><li>Cuidado com os prazos de remessa sem incidência de impostos por exemplo: uma mercadoria enviada para demonstração deve retornar em 30 dias, ou pode haver incidência de ICMS, converse com o seu contador a respeito em quais casos você deve ficar atento, para evitar o pagamento de imposto desnecessariamente.</li><li>O CFOP é válido para empresas do lucro real, lucro presumido e simples nacional.</li><li>Toda circulação de mercadoria requer NFe, mesmo que a operação seja isenta ou não tributada de imposto.</li><li>O CFOP é por item, portanto é possível que uma mesma NFe tenha mais de um CFOP por exemplo: a venda de um produto com substituição tributária e outro sem substituição tributária terão CFOP´s diferentes na mesma NFE.</li><li>Empresas que fazem locação de equipamentos devem usar CFOP´s específicos para o envio e retorno de equipamentos locados.</li><li> Devolução de mercadorias/Produtos é diferente de retorno.<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-9569 size-large" src="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2022/09/cfop5-e1662346402377-1024x180.jpg" alt="" width="780" height="137" srcset="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2022/09/cfop5-e1662346402377-1024x180.jpg 1024w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2022/09/cfop5-e1662346402377-300x53.jpg 300w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2022/09/cfop5-e1662346402377-768x135.jpg 768w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2022/09/cfop5-e1662346402377-1536x269.jpg 1536w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2022/09/cfop5-e1662346402377-2048x359.jpg 2048w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2022/09/cfop5-e1662346402377-600x105.jpg 600w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></li><li>Devoluções tem regras e CFOP´s específicos, normalmente relacionados a compra ou venda. Para fazer uma devolução é necessário referenciar uma NF recebida. Os CFOP´s válidos são: 5.201/6.201, 5.202/6.202, 5.411/6.411. Retornos tem relação com as remessas, como demonstração, conserto, simples remessa.</li><li>Cuidado ao usar o CFOP 5.949/6.949, é um CFOP genérico e só deve ser usado nos casos em que não haja um CFOP para aquela operação.</li><li> Atenção ao atribuir o CFOP para produtos com substituição tributária (ST) nas notas fiscais de venda, conforme a finalidade, o destino e que tenha produtos com substituição tributária o CFOP muda, por exemplo:</li></ol><div> </div><table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"><colgroup> <col width="116" /> <col width="150" /> <col width="164" /></colgroup><tbody><tr><td class="xl66" width="116" height="20"><span style="color: #0000ff;"><strong>CFOP</strong></span></td><td class="xl66" width="150"><span style="color: #0000ff;"><strong>ST  PAGA NA ENTRADA</strong></span></td><td class="xl66" width="164"><span style="color: #0000ff;"><strong>ST CALCULADA NA SAÍDA</strong></span></td></tr><tr><td class="xl65" height="20">ESTADO</td><td class="xl67">5.405</td><td class="xl67">5.403</td></tr><tr><td class="xl65" height="20">FORA DO ESTADO</td><td class="xl67">6.404</td><td class="xl67">6.403</td></tr></tbody></table><div> </div><p>Por enquanto é isso, qualquer dúvida entre em contato, até o próximo post e que todos tenham uma uma boa e produtiva semana.</p>						</div>
				</div>
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		<title>Simplificando a Nota Eletrônica &#8211; Parte IV Código de Situação Tributária &#8211; CST</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2022 20:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NFe]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="6489" class="elementor elementor-6489">
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							<p style="font-weight: 400;">Olá. O assunto deste post é um pouco mais complicado, um pouco <em>chatinho</em>, pois está relacionado aos impostos e e suas configurações e, preparam-se a infinidade de leis referente ao tema é um absurdo. Temos leis nas três esferas do poder: Federal, Estadual e Municipal.</p><p style="font-weight: 400;">Em se tratando de NFe de produtos, há três conceitos básicos que devem ser entendidos, que é a base para adequar uma NFe a legislação existente e evitar erros que são: Código de Situação Tributária (CST), Código Fiscal de Operação (CFOP) e Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM).</p><p style="font-weight: 400;">Como o assunto é complexo, o tema será divido em mais post, sendo este tratando o conceito de <strong>CST &#8211; Código da situação tributária</strong>.</p><p style="font-weight: 400;">Em primeiro lugar, você deve considerar o regime tributário de sua empresa, é a partir desta definição, que os sistemas devem ser parametrizados para o correto cálculo e apuração de impostos.</p><p style="font-weight: 400;">Basicamente temos como regime tributário: Empresas do Simples Nacional, Empresas do Lucro Presumido, Empresas do Lucro do Real e MEI.</p><p style="font-weight: 400;">Em resumo, o regime tributário é a forma como a sua empresa apura e recolhe os impostos. Para o enquadramento adequado, vai depender do faturamento anual e do tipo de atividade da empresa.</p><p>Em outro post vamos falar sobre o regime tributário.</p><h3 style="font-weight: 400;"><span style="color: #0000ff;"><strong>Código de Situação Tributária (CST)</strong></span></h3><p style="font-weight: 400;">Este código é imprescindível para a classificação de alguns impostos. O CST é usada nos seguintes impostos:</p><p style="font-weight: 400;">COFINS &#8211;       Contribuição para Financiamento da Seguridade Social</p><p style="font-weight: 400;">ICMS &#8211;           Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços</p><p style="font-weight: 400;">IPI &#8211;                Imposto Sobre Produtos Industrializados</p><p style="font-weight: 400;">PIS &#8211;               Programa de Integração Social</p><p style="font-weight: 400;">Cada um destes impostos têm códigos de situação tributária específicos, que indicam como o imposto deve ser apurado/calculado na emissão da NF. O CST indica as seguintes situações:</p><ul><li style="list-style-type: none;"><ul><li style="font-weight: 400; text-align: left;"><span style="color: #000000;">Cobrança por alíquota integral;</span></li><li style="font-weight: 400; text-align: left;"><span style="color: #000000;">Cobrança por alíquota reduzida;</span></li><li style="font-weight: 400; text-align: left;"><span style="color: #000000;">Imune;</span></li><li style="font-weight: 400; text-align: left;"><span style="color: #000000;">Isento de cobrança;</span></li><li style="font-weight: 400; text-align: left;"><span style="color: #000000;">Suspenso;</span></li><li style="font-weight: 400; text-align: left;"><span style="color: #000000;">Cobrança antecipada.</span></li></ul></li></ul><p style="font-weight: 400;">O código CST de ICMS é válido para as empresas dos regimes tributários Lucro Real e Lucro Presumido.</p><p style="font-weight: 400;">Para as empresas do Simples Nacional, foi criada outra nomenclatura, que tem a mesma finalidade, e se chama Código da Situação da Operação do Simples Nacional (<strong>CSOSN</strong>).</p><p style="font-weight: 400;"><strong>CST &#8211; ICMS</strong></p><p style="font-weight: 400;">O CST para uso na classificação do ICMS é composto de três dígitos (000) e o CSOSN de quatro dígitos (0000).</p><p><strong>CSOSN &#8211; NF</strong></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-9542 aligncenter" src="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2022/08/NF1-300x148.jpg" alt="" width="420" height="207" srcset="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2022/08/NF1-300x148.jpg 300w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2022/08/NF1-1024x506.jpg 1024w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2022/08/NF1.jpg 1484w" sizes="(max-width: 420px) 100vw, 420px" /></p><p><strong>CST &#8211; NF</strong></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-9543 aligncenter" src="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Nf2-300x122.jpg" alt="" width="416" height="169" srcset="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Nf2-300x122.jpg 300w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Nf2-1024x415.jpg 1024w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Nf2.jpg 1490w" sizes="(max-width: 416px) 100vw, 416px" /></p><p style="font-weight: 400;">O primeiro dígito indica a origem da mercadoria, tanto para CST como para CSOSN. Atualmente a tabela origem contém oito códigos e, basicamente informa se o produto é de origem nacional ou importada.</p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-9544 aligncenter" src="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2022/08/cst-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2022/08/cst-300x200.jpg 300w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2022/08/cst.jpg 634w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p><p style="font-weight: 400;"><span style="color: #0000ff;"><strong>Dica -&gt;</strong></span> Os códigos 1 e 6 são utilizados por empresas que fazem importação direta de produtos. Se, a sua empresa recebe os códigos de origem 1 ou 6 na NF e não é o importador,  você deverá mudar estes códigos para 2 e 7, respectivamente.</p><p style="font-weight: 400;">Os outros dois dígitos do CST correspondem à classificação do tipo de  ICMS.</p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-9545 aligncenter" src="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2022/08/nf3-300x120.jpg" alt="" width="300" height="120" srcset="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2022/08/nf3-300x120.jpg 300w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2022/08/nf3-1024x409.jpg 1024w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2022/08/nf3.jpg 1238w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p><p style="font-weight: 400;">Para as empresas do Simples Nacional, o CST deve ser substituído pelo CSOSN, que tem as seguintes situações com 03 dígitos:</p><p style="font-weight: 400;">101 &#8211; Tributada pelo Simples Nacional com permissão de crédito;</p><p style="font-weight: 400;">102 &#8211; Tributada pelo Simples Nacional sem permissão de crédito;</p><p style="font-weight: 400;">103 &#8211; Isenção do ICMS no Simples Nacional para faixa de receita bruta;</p><p style="font-weight: 400;">201 &#8211; Tributada pelo Simples Nacional com permissão de crédito e com cobrança do ICMS por substituição tributária;</p><p style="font-weight: 400;">202 &#8211; Tributada pelo Simples Nacional sem permissão de crédito e com cobrança do ICMS por substituição tributária;</p><p style="font-weight: 400;">203 &#8211; Isenção do ICMS no Simples Nacional para faixa de receita bruta e com cobrança do ICMS por substituição tributária;</p><p style="font-weight: 400;">300 &#8211; Imune;</p><p style="font-weight: 400;">400 &#8211; Não tributada pelo Simples Nacional;</p><p style="font-weight: 400;">500 &#8211; ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária (substituído) ou por antecipação;</p><p style="font-weight: 400;">900 &#8211; Outros.</p><p style="font-weight: 400;">O CST passa por uma validação durante a emissão da NFe, quando a nota é transmitida para a SEFAZ, esta valida se o CST utilizado está de acordo com o tipo de ICMS destacado na NFe e, se houver alguma inconsistência a NFe é rejeitada, por exemplo:</p><p style="font-weight: 400;">Emissão NFe com CST 010 – Este CST indica que a origem da mercadoria é Nacional, pelo primeiro dígito (0) e que tem cálculo de substituição tributária, conforme indica o código 10. Se o valor da substituição tributária não estiver destacado na NFe, a nota será rejeitada.</p><h3 style="font-weight: 400;"><span style="color: #0000ff;"><strong>CST – IPI</strong></span></h3><p style="font-weight: 400;">Também tem a mesma finalidade, identificar a forma como o imposto deve ser apurado na NF e tem uma tabela de códigos específicos para cada situação.</p><p style="font-weight: 400;">00 &#8211; Entrada com Recuperação de Crédito</p><p style="font-weight: 400;">01 &#8211; Entrada Tributável com Alíquota Zero</p><p style="font-weight: 400;">02 &#8211; Entrada Isenta</p><p style="font-weight: 400;">03 &#8211; Entrada Não-Tributada</p><p style="font-weight: 400;">04 &#8211; Entrada Imune</p><p style="font-weight: 400;">05 &#8211; Entrada com Suspensão</p><p style="font-weight: 400;">49 &#8211; Outras Entradas</p><p style="font-weight: 400;">50 &#8211; Saída Tributada</p><p style="font-weight: 400;">51 &#8211; Saída Tributável com Alíquota Zero</p><p style="font-weight: 400;">52 &#8211; Saída Isenta</p><p style="font-weight: 400;">53 &#8211; Saída Não-Tributada</p><p style="font-weight: 400;">54 &#8211; Saída Imune</p><p style="font-weight: 400;">55 &#8211; Saída com Suspensão</p><p style="font-weight: 400;">99 &#8211; Outras Saídas</p><h3 style="font-weight: 400;"><span style="color: #0000ff;"><strong>CST de PIS/COFINS</strong></span></h3><p style="font-weight: 400;">Estes impostos usam a mesma tabela para indicar a classificação do imposto.</p><p style="font-weight: 400;">01 &#8211; Operação Tributável com Alíquota Básica</p><p style="font-weight: 400;">02 &#8211; Operação Tributável com Alíquota Diferenciada</p><p style="font-weight: 400;">03 &#8211; Operação Tributável com Alíquota por Unidade de Medida de Produto</p><p style="font-weight: 400;">04 &#8211; Operação Tributável Monofásica &#8211; Revenda a Alíquota Zero</p><p style="font-weight: 400;">05 &#8211; Operação Tributável por Substituição Tributária</p><p style="font-weight: 400;">06 &#8211; Operação Tributável a Alíquota Zero</p><p style="font-weight: 400;">07 &#8211; Operação Isenta da Contribuição</p><p style="font-weight: 400;">08 &#8211; Operação sem Incidência da Contribuição</p><p style="font-weight: 400;">09 &#8211; Operação com Suspensão da Contribuição</p><p style="font-weight: 400;">49 &#8211; Outras Operações de Saída</p><p style="font-weight: 400;">50 &#8211; Operação com Direito a Crédito &#8211; Vinculada Exclusivamente a Receita Tributada no Mercado Interno</p><p style="font-weight: 400;">51 &#8211; Operação com Direito a Crédito – Vinculada Exclusivamente a Receita Não Tributada no Mercado Interno</p><p style="font-weight: 400;">52 &#8211; Operação com Direito a Crédito &#8211; Vinculada Exclusivamente a Receita de Exportação</p><p style="font-weight: 400;">53 &#8211; Operação com Direito a Crédito &#8211; Vinculada a Receitas Tributadas e Não-Tributadas no Mercado Interno</p><p style="font-weight: 400;">54 &#8211; Operação com Direito a Crédito &#8211; Vinculada a Receitas Tributadas no Mercado Interno e de Exportação</p><p style="font-weight: 400;">55 &#8211; Operação com Direito a Crédito &#8211; Vinculada a Receitas Não-Tributadas no Mercado Interno e de Exportação</p><p style="font-weight: 400;">56 &#8211; Operação com Direito a Crédito &#8211; Vinculada a Receitas Tributadas e Não-Tributadas no Mercado Interno, e de Exportação</p><p style="font-weight: 400;">60 &#8211; Crédito Presumido &#8211; Operação de Aquisição Vinculada Exclusivamente a Receita Tributada no Mercado Interno</p><p style="font-weight: 400;">61 &#8211; Crédito Presumido &#8211; Operação de Aquisição Vinculada Exclusivamente a Receita Não-Tributada no Mercado Interno</p><p style="font-weight: 400;">62 &#8211; Crédito Presumido &#8211; Operação de Aquisição Vinculada Exclusivamente a Receita de Exportação</p><p style="font-weight: 400;">63 &#8211; Crédito Presumido &#8211; Operação de Aquisição Vinculada a Receitas Tributadas e Não-Tributadas no Mercado Interno</p><p style="font-weight: 400;">64 &#8211; Crédito Presumido &#8211; Operação de Aquisição Vinculada a Receitas Tributadas no Mercado Interno e de Exportação</p><p style="font-weight: 400;">65 &#8211; Crédito Presumido &#8211; Operação de Aquisição Vinculada a Receitas Não-Tributadas no Mercado Interno e de Exportação</p><p style="font-weight: 400;">66 &#8211; Crédito Presumido &#8211; Operação de Aquisição Vinculada a Receitas Tributadas e Não-Tributadas no Mercado Interno, e de Exportação</p><p style="font-weight: 400;">67 &#8211; Crédito Presumido &#8211; Outras Operações</p><p style="font-weight: 400;">70 &#8211; Operação de Aquisição sem Direito a Crédito</p><p style="font-weight: 400;">71 &#8211; Operação de Aquisição com Isenção</p><p style="font-weight: 400;">72 &#8211; Operação de Aquisição com Suspensão</p><p style="font-weight: 400;">73 &#8211; Operação de Aquisição a Alíquota Zero</p><p style="font-weight: 400;">74 &#8211; Operação de Aquisição sem Incidência da Contribuição</p><p style="font-weight: 400;">75 &#8211; Operação de Aquisição por Substituição Tributária</p><p style="font-weight: 400;">98 &#8211; Outras Operações de Entrada</p><p style="font-weight: 400;">99 &#8211; Outras Operações</p><h2 style="font-weight: 400;"> <strong>Considerações Finais</strong></h2><p style="font-weight: 400;">Para configurar seu sistema, você irá precisar do apoio do Contador para ajudar a identificar qual CST correto para cada operação (tipo de emissão de nota), venda, remessa, devolução, etc..</p><p style="font-weight: 400;">Esta configuração vai depender do tipo de regime tributário da empresa, do tipo de operação, tipo de produto e da legislação Federal e Estadual.</p><p style="font-weight: 400;">Alguns impostos podem gerar créditos, e para isso o CST deverá estar configurado corretamente. A Apuração incorreta pode ocasionar perdas financeiras para a empresa.</p><p style="font-weight: 400;">Com exceção do CST/CSOSN  de  ICMS, que é impresso na NF, os demais impostos o CST só aparece no arquivo XML da NFe, que posteriormente estarão registrados no arquivo do SPED Fiscal e SPED PIS/COFINS.</p><p style="font-weight: 400;">No próximo post vamos falar um pouco mais sobre as configurações de CST, até breve.</p>						</div>
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		<title>Simplificando a Nota Eletrônica &#8211; NFe Parte III &#8211; Cadastros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Aug 2022 20:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NFe]]></category>
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					<description><![CDATA[Olá pessoal, vamos falar sobre o pilar de qualquer sistema.A base para a NFe são os cadastros e esta foi uma das vantagens quando chegou a NFe, pois obrigou as empresas a fazerem um saneamento em seus cadastros, para que pudessem emitir suas notas fiscais.Para quem usa sistema interno para emissão de suas NFe&#8217;s, procure [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="6484" class="elementor elementor-6484">
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							<div><span style="color: #000000;">Olá pessoal, vamos falar sobre o pilar de qualquer sistema.</span></div><div><span style="color: #000000;">A base para a NFe são os cadastros e esta foi uma das vantagens quando chegou a NFe, pois obrigou as empresas a fazerem um saneamento em seus cadastros, para que pudessem emitir suas notas fiscais.</span></div><div><span style="color: #000000;">Para quem usa sistema interno para emissão de suas NFe&#8217;s, procure padronizar os seus cadastros, crie padrões para as abreviaturas, a forma como são registrados, por exemplo letras maiúsculas ou minúsculas, não use caracteres especiais, apenas letras é números, e cuidado com os espaços em branco no início e no final dos cadastros. Também concentre os cadastros em poucas pessoas.</span></div><div><span style="color: #000000;">Há cadastros que passam por um processo de validação durante o recebimento da NFe, como visto no post anterior, que podem retornar com uma rejeição, por isso a importância de se ter um cadastro com informações precisas e completas. Abaixo estarão descritos os principais cadastros que devem ter atenção por parte do emitente da NFe.</span></div><div> </div><h3><span style="color: #000000;"><strong>Cadastro de Empresa (emitente)</strong></span></h3><p><span style="color: #000000;">Campos que são validados pela NFe:</span></p><ul><li><span style="color: #000000;">Razão social &#8211; não pode estar em branco;</span></li><li><span style="color: #000000;">CNPJ &#8211; deve ser preenchido com CNPJ válido, exceto notas de importação;</span></li><li><span style="color: #000000;">Inscrição Estadual &#8211; para clientes contribuintes de ICMS deverá ter a inscrição estadual informada;</span></li><li><span style="color: #000000;">Logradouro completo e CEP</span></li><li><span style="color: #000000;">Número do prédio &#8211; obrigatório, caso não tenha número, deve ser colocado 0 (zero);</span></li><li><span style="color: #000000;">Bairro &#8211; informar bairro;</span></li><li><span style="color: #000000;">Cidade &#8211; informar código do IBGE da cidade cadastrada. Para consultar o código do IBGE clique <a style="color: #000000;" href="http://www.ibge.gov.br/home/geociencias/areaterritorial/area.shtm" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>;</span></li><li><span style="color: #000000;">UF &#8211; informar código do IBGE da UF cadastrada;</span></li><li><span style="color: #000000;">Telefone &#8211; informar código DDD separado do número do telefone;</span></li><li><span style="color: #000000;">Tipo de regime tributário &#8211; informar em qual regime tributário a empresa se enquadra: simples nacional, lucro presumido ou lucro real.</span></li></ul><div> </div><h3><span style="color: #000000;"><strong>Cadastro de cliente</strong></span></h3><div><span style="color: #000000;">Os seguintes campos são validados pela NFe:</span></div><ul><li><span style="color: #000000;">Razão social &#8211; não pode estar em branco;</span></li><li><span style="color: #000000;">CNPJ &#8211; deve ser preenchido com CNPJ válido, exceto notas de importação;</span></li><li><span style="color: #000000;">Inscrição Estadual &#8211; para clientes contribuintes de ICMS informar a inscrição estadual, caso não seja contribuinte deve ser informado a palavra ISENTO, em letras maiúsculas;</span></li><li><span style="color: #000000;">Logradouro completo e CEP</span></li><li><span style="color: #000000;">Número do prédio &#8211; obrigatório, caso não tenha  número, deve ser colocado 0 (zero);</span></li><li><span style="color: #000000;">Bairro &#8211; informar bairro;</span></li><li><span style="color: #000000;">Cidade &#8211; informar código do IBGE da cidade cadastrada;</span></li><li><span style="color: #000000;">UF &#8211; informar código do IBGE da UF cadastrada;</span></li><li><span style="color: #000000;">Telefone &#8211; informar código DDD separado do número do telefone;</span></li></ul><div> </div><h3><span style="color: #000000;"><strong>Cadastro de produtos</strong></span></h3><div> </div><ul><li><span style="color: #000000;">Código de produto &#8211; código do produto usado pela empresa</span></li><li><span style="color: #000000;">Descrição do produto &#8211; nome do produto</span></li><li><span style="color: #000000;">Nomenclatura comum do Mercosul (NCM) &#8211; informar o NCM correspondente do produto. No site da receita é possível encontrar a tabela da TIPI, com a descrição dos NCM&#8217;s. Para acessar o cadatro de NCM´s do governo clique <a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/Aliquotas/DownloadArqTIPI.htm">aqui</a>.</span></li><li><span style="color: #000000;">Unidade de medida &#8211; deve ter valor informado;</span></li><li><span style="color: #000000;">Código EAN/GTIN se o item tiver o código, em breve será obrigatório, para os casos de não ter deve ser colocado a informação SEM GTIN</span></li></ul><div> </div><h3><span style="color: #000000;"><strong>Impostos</strong></span></h3><div> </div><p style="padding-left: 40px;"><span style="color: #000000;"><strong>a)</strong> Código situação tributária (CST) &#8211; este código é de extrema importância, pois é através deste código  que são identificados os impostos que deverão constar na NFe. Este código tem uma validação com os impostos calculados. </span><span style="color: #000000;">O CST é exigido para os impostos ICMS, IPI, PIS e COFINS. Para ICMS o CST é composto por três dígitos, sendo o primeiro referente à origem da mercadoria e os outros dois referente ao tipo de ICMS.</span></p><p style="padding-left: 40px;"><span style="color: #000000;">Para as empresas do Simples Nacional, este código é chamado de Código de Situação da Operação Simples Nacional (CSOSN).</span></p><p style="padding-left: 40px;"><span style="color: #000000;">O CSOSN substitui o CST, nas operações para empresas do simples nacional e é composto por 04 dígitos, sendo o primeiro referente a  origem do produto e os outros três ao tipo de imposto (ICMS) informado na NFe.</span></p><div style="padding-left: 40px;"><span style="color: #000000;"><strong>b)</strong> Código fiscal de operação (CFOP) &#8211; identifica o tipo de operação a que se destina a nota, por exemplo, se é venda, remessa, devolução ou outro.</span></div><div style="padding-left: 40px;"><span style="color: #000000;"><strong>c)</strong> Base de cálculo &#8211; quando necessário deverá ter a base de cálculo do imposto informada, conforme exige a legislação; (sistema calcula)</span></div><div style="padding-left: 40px;"><span style="color: #000000;"><strong>d)</strong> Alíquotas de imposto &#8211; quando necessário deverá ser informada a alíquota do imposto correspondente, conforme exige a legislação;</span></div><div style="padding-left: 40px;"><span style="color: #000000;"><strong>e)</strong> Valor do imposto &#8211; é o valor calculado do imposto, base de cálculo vezes a alíquota do imposto. (sistema calcula)</span></div><div> </div><h3><span style="color: #000000;"><strong>Transportador </strong></span></h3><p><span style="color: #000000;">Quando houver transportador deverão ser informados os dados de cadastro como razão social, CNPJ, endereço, cidade e UF.</span></p><h3><span style="color: #000000;"><strong>Cadastro do responsável técnico pelo sistema</strong></span></h3><div><span style="color: #000000;">Na últimas atualizações da NFe foi incluído a obrigatoriedade de enviar os dados do responsável técnico pelo sistema como: CNPJ da empresa, nome e CPF do responsável técnico. Este não é de responsabilidade do usuário.</span></div><div> </div><div><p><span style="color: #000000;">Certamente há outras informações que são validadas pela SEFAZ, mas que normalmente ficam a cargo do sistema do cliente, que passa estas informações no arquivo da NFE para ser validado.</span></p><div><span style="color: #000000;">O foco nest post é se concentrar nos principais cadastros, que dependem do usuário, o que deve ser informado para que o sistema gere o arquivo da NFe de forma correta.</span></div></div><div> </div><div><span style="color: #000000;">No próximo post será abordado o tema impostos, detalhando NCM, CFOP e CST/CSOSN que é a base de para calcular corretamente os impostos na NFE, até lá.</span></div>						</div>
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		<title>Simplificando a Nota Eletrônica &#8211; NFe &#8211; Parte II</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Aug 2022 22:54:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
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					<description><![CDATA[Estamos de volta com mais um post sobre o assunto NFe. O objetivo é mostrar como é o processo de emissão da NFe, suas etapas e retornos.Para auxiliar a análise vamos usar, o sistema de Gestão Empresarial ILUX, que emite NFe e faz a comunicação com a SEFAZ (Secretaria Estadual de Fazenda), via webservice1. É [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="6480" class="elementor elementor-6480">
						<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-4e3150f4 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default" data-id="4e3150f4" data-element_type="section">
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							<div><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;">Estamos de volta com mais um post sobre o assunto NFe. O objetivo é mostrar como é o processo de emissão da NFe, suas etapas e retornos.</span></div><div><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;">Para auxiliar a análise vamos usar, o sistema de Gestão Empresarial ILUX, que emite NFe e faz a comunicação com a SEFAZ (Secretaria Estadual de Fazenda), via webservice<sup>1</sup>. É importante ressaltar que pode haver diferenças no processo de um sistema para outro, mas em linhas gerais seguem a mesma lógica.</span></div><div> </div><div><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;"><strong>Etapas do processo:</strong></span></div><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-9328 size-large" src="http://foofle.com.br/softilux2/wp-content/uploads/2022/08/nfe5-1024x386.jpg" alt="" width="780" height="294" srcset="https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2022/08/nfe5-1024x386.jpg 1024w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2022/08/nfe5-300x113.jpg 300w, https://softilux.com.br/wp-content/uploads/2022/08/nfe5.jpg 1853w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p><h2><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 24px; color: #000000;"><strong>Cadastros &#8211; NFe</strong></span></h2><div><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;">Os cadastros em geral são os grandes responsáveis pelas rejeições de NF´s eletrônicas. Precisam estar corretos e preenchidos de acordo com as regras da NFe.</span></div><div> </div><p style="padding-left: 40px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;"><strong>Cadastro da empresa emitente</strong> &#8211; dados de identificação e endereço de acordo com o cartão CNPJ e, definição correta do regime tributário e dados do contador.</span></p><p style="padding-left: 40px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;"><strong>Cadastro de clientes</strong> &#8211; dados de identificação, endereço completos. Cadastro de cidades deve ter o código do IBGE e você deve identificar se o cliente tem ou não inscrição Estadual.</span></p><p style="padding-left: 40px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;"><strong>Cadastro de produtos</strong> deve ter código NCM válido, código GTIN (EAN), ou a palavra SEM GTIN, unidade de medida e dados do produto.</span></p><p style="padding-left: 40px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;"><strong>Cadastro de transportadora &#8211; </strong>deve conter os dados completo.</span></p><p style="padding-left: 40px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;"><strong>Cadastro do responsável técnico</strong> &#8211; dados da empresa fornecedora do software.</span></p><div><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;"><span style="color: #ff9900;"><strong>Dica:</strong></span> O cadastro de contribuintes é validado pela NFe em um site do governo, chamado cadastro centralizado de contribuintes (CCC). Neste site é possível validar a situação cadastral do cliente. Para acessar clique <a href="https://dfe-portal.svrs.rs.gov.br/CTE/CCC">aqui</a>.</span></div><div> </div><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 24px; color: #000000;"><strong>Emissão &#8211; NFe</strong></span></p><div> </div><div style="padding-left: 40px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;">Incluir a NF no sistema</span></div><div style="padding-left: 40px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;">Gerar arquivo XML</span></div><div style="padding-left: 40px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;">Assinar digitalmente o arquivo</span></div><div style="padding-left: 40px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;">Enviar a NF para  a SEFAZ</span></div><div style="padding-left: 40px;"><span style="color: #000000; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Aguardar os retornos da SEFAZ</span></div><div style="padding-left: 40px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;">Enviar/disponibilizar o arquivo XML e Danfe para o cliente</span></div><div> </div><div style="padding-left: 40px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;">a) O usuário faz a nota, identifica o cliente, tipo de operação (venda/remessa/devolução), inclui os itens e grava a nota em seu sistema.</span></div><div> </div><div style="padding-left: 40px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;">b) O sistema gera um arquivo, no formato XML, com as informações da NF e faz uma validação dos campos, se estão em conformidade com o layout definido pela SEFAZ. Normalmente esta validação ocorre ainda no sistema, dentro da empresa, não há o envio do arquivo para a SEFAZ. Caso ocorra alguma inconsistência é gerado uma mensagem de erro, pelo sistema, para o usuário corrigir e reenviar a nota.</span></div><div> </div><div style="padding-left: 40px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;">c) Com as informações validadas, o sistema irá gerar um arquivo em um formato chamado XML, que é o padrão aceito pela SEFAZ para recebimento do arquivo.</span></div><div> </div><div style="padding-left: 40px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;">d) O arquivo no formato XML é assinado digitalmente, usando o certificado digital instalado no computador. O arquivo passa por um processo de criptografia e o arquivo é enviado para a SEFAZ.</span></div><div> </div><div style="padding-left: 40px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;">e) A SEFAZ recebe o arquivo </span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;">realiza novas validações, para verificar se os campos estão em conformidade com o layout e também faz validações, nos conteúdos e em regras de negócios, como a validação nos código de situação tributária (CST), base de cálculo de impostos, CFOP e alíquotas </span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;">Nesta etapa a nota pode ter três tipos de retornos:</span></div><h2><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong>Retornos &#8211; NFe</strong></span></h2><p style="padding-left: 40px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;"><strong>Autorizada</strong> &#8211; maravilha, deu tudo certo, tanto o layout do arquivo, quanto as regras exigidas foram atendidas, e a SEFAZ aprovou a NFe. </span></p><p style="padding-left: 40px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;">A NFe recebe um número, chamado de chave de nota, que é uma sequência numérica de 44 posições, que informa a UF, CNPJ do emitente, ano e mês da emissão,  número da NF, modelo, série, dígito verificador que pode ser usado para pesquisar a validade da NFe no site da SEFAZ do emitente.</span></p><p style="padding-left: 40px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Para consultar uma NFe emitida acesse o portal nacional da NFe. Para acessar cliente <a href="https://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/principal.aspx">aqui</a>.</span></p><p style="padding-left: 40px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;"><strong>Rejeitada</strong> &#8211; Rejeições acontem por diversos motivos: layout do arquivo fora do padrão, erros em cadastros ou erros de regras de negócio. Erros de layout, provavelmente você precisará do apoio do suporte de seu sistema.</span></p><p style="padding-left: 40px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;">Erros de cadastros, o mais comum, é quando falta algum dados correto, como telefne do cliente, cidade sem o código do IBGE, produto sem NCM, não foi informado o endereço da transportadora entre outros.</span></p><p style="padding-left: 40px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;">Erros de regras de negócio, normalmente relacionado aos cálculos de impostos como: alíquota errada, código de situação tributária (CST) errado, CFOP errado. Nestes casos, talvez você precise do auxílio do seu contador.</span></p><p style="padding-left: 40px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;"><strong>Denegada</strong> &#8211; é um status de NF definitivo que, não pode ser cancelado. Isto ocorre quando o emitente ou o destinatáro tem algum problema com a SEFAZ de seu Estado. O mais comum de acontecer é quando o cliente baixa a sua inscrição estadual (IE), mas no cadastro do sistema do emitente, ainda consta a IE ou a IE do cliente está temporariamente bloqueda. O correto é validar se o cliente ainda tem inscrição estadual e ajustar o  cadastro no sistema. Para verificar a IE do cliente, acesse o site do SINTEGRA e, no estado do cliente, clique para fazer a consulta. Para acessar o site do SINTEGRA clique <a href="http://www.sintegra.gov.br/">aqui</a>.</span></p><p style="padding-left: 40px;"><span style="color: #000000; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Também pode ser consultado o cadastro centralizado de contribuintes &#8211; CCC.</span></p><h2><strong>Finalizar NFe</strong></h2><div><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #000000;">A última etapa é fazer o envio do arquivo XML e o DANFE para o cliente. Normalmente os sistemas fazem o envio automático, mas fique atento é orbigatório disponibilizar o estes documentos para o destinatória, está na legislação.</span></div><div> </div><div><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;">No próximo post, vamos comentar sobre as principais causas de rejeição de NFe e o preenchimento correto dos principais cadastros. Até lá.</span></div><div> </div><div> </div><div><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;"><strong>Notas:</strong></span></div><div> </div><div><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;"><strong><i>Webservice<sup>1</sup></i></strong><i>. É uma solução para integração e comunicação entre diferentes sistemas, compatibilizando esta interação independente de plataforma, linguagem, onde são enviados arquivos em formato XML.</i></span></div><div> </div><div><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; color: #000000;"><strong><i>XML<sup>2</sup></i></strong><i><sup> </sup></i><i>&#8211; (</i><em>e<b>X</b>tensible <b>M</b>arkup <b>L</b>anguage</em><i>) é um formato de arquivo que facilita a comunicação para troca de informações entre sistemas, aplicações onde os dados são organizados hierarquicamente, ou seja, funciona como um padrão para leitura e gravação de dados entre diferentes sistemas.</i></span></div>						</div>
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